Transtornos

AO VIVO: protestos de rodoviários prejudicam circulação de ônibus nas zonas norte e leste de Porto Alegre

Circulação de ônibus das empresas Sopal, Nortran, VAP e Navegantes começou a normalizar por volta das 9h

Por Zero Hora
17/02/2017 - 05h55min
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Por conta do impasse sobre o dissídio dos rodoviários entre o Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa) e o Sindicato dos Rodoviários, a sexta-feira amanheceu com paralisação total de ônibus na zona norte e parcial na zona leste da Capital. Segundo a EPTC, as empresas Sopal, Nortran, VAP e Navegantes não saíram das garagens nos primeiros horários do dia.

Por volta das 8h30min os primeiros ônibus da empresa Nortran começaram a circular em Porto Alegre. Sopal, VAP e Navegantes iniciaram a operação pouco depois das 8h. De acordo com a EPTC, atendimento a Zona Norte e parte da Zona Leste deve demorar a normalizar.

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Para minimizar a paralisação da concessionária VAP, na Zona Leste, a EPTC realocou ônibus das empresas Estoril e Presidente Vargas para atender ao eixo da Avenida Protásio Alves. Também existe a possibilidade da utilização de veículos da Carris para atender os eixos da Avenida Baltazar, Avenida Assis Brasil e Avenida Sertório, até o Centro. As lotações da Zona Norte também foram liberadas para trafegar com passageiros em pé.

Na última quarta-feira, terminou sem acordo a reunião para definir o dissídio dos rodoviários da Capital. Os funcionários estão reivindicando melhores salário, vale-refeição e plano de saúde.

— Eles estão nos desrespeitando. Eles cortaram nosso plano de saúde e não deram explicação. Eles simplesmente cortaram e no mês de janeiro foi descontado na folha — declarou Airton Maciel, diretor do Sindicato dos rodoviários e funcionário da empresa Navegantes.

Conforme o assessor jurídico da Associação dos Transportadores de Passageiros (ATP) e do Seopa, Alceu Machado, as empresas ofereceram o índice de inflação do período — que ficou em 5,44% — em uma parcela. Na proposta anterior, esse percentual seria repassado em fevereiro e julho. O impasse, no entanto, ficou no vale-refeição: para manter o benefício durante as férias dos trabalhadores, as empresas querem manter o valor atual, de R$ 23,48.

*ZERO HORA


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