Torcedor Gremista ZH

Ter centroavante, e alguém que saiba bater pênalti, faz toda a diferença

Lucas Barrios cumpriu suas tarefas com excelência, na apertada vitória contra a Ponte Preta, na tarde deste domingo. 

17/07/2017 - 10h53min
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Centroavante foi o nome do jogoFoto: Bruno Alencastro / Agencia RBS

A vitória por 3x1 deste domingo (16), contra a Ponte Preta, passa basicamente por um nome: Lucas Barrios. É claro que Pedro Rocha teve mérito, mais uma vez, ao fazer grande jogada, no lance que resultou no primeiro gol de Barrios. E que Fernandinho cavou bem o pênalti que resultou no segundo gol. Mas a tarde foi de nosso centroavante, que comprovou a importância de ter um jogador de tamanha qualidade em uma posição tão fundamental como a de centroavante. Desde que voltou ao time, após um período afastado por lesão, Barrios não tinha voltado aos seus momentos mais brilhantes.

Mas, sinceramente, não era algo que me preocupava. Barrios é jogador de outra turma, já jogou na Europa, atuou em Copa do Mundo, não desaprende a jogar do dia para a noite. E ele comprovou essas qualidades, mais uma vez. No primeiro gol, a bola desviou no zagueiro, é claro. Mas Barrios deu aquela batida na bola de quem sabe o que está fazendo.

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Já no gol de pênalti, ele deu uma aula de cobrança aos colegas de time, Luan e Edilson, que desperdiçaram os últimos de maneira bizonha. Tirou completamente o goleiro do lance, e da foto, e colocou a bola no ângulo.

A lamentar, apenas, a fraca reposição que o grupo oferece para a zaga. Sempre que Geromel ou Kannemann não jogam, vira um filme de terror. No jogo desta tarde, Thyere fez a trapalhada da tarde, em um lance bizarro, que beirava o futebol amador. Ora, a bola estava totalmente no alcance de Grohe, que a pegaria, se não fosse a desastrada intervenção de Thyere. Por sorte, a competência de Barrios e a bela troca de passes que resultou no terceiro gol fizeram com que o lance passasse batido.

Mas levanto aqui uma dúvida, para jogos futuros: qual o mistério que mantém Bruno Rodrigo no banco? Seria ele tão pior que Bressan e Thyere? Duvido.

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